Evento no Colégio Adventista de Hortolândia motiva professores

“Estou me sentindo extremamente motivada e com novas ferramentas para perseguir as minhas metas”. O comentário foi feito pela professora Gláucia Gomes da Cunha, ao final de uma manhã de palestra e atividades com o coach Bruno Muronaga. Gláucia, professora de Artes e Música para turmas do sexto ano e também do Ensino Médio, foi uma das participantes, entre cerca de 50 professores, da palestra que Bruno proferiu para os profissionais do Colégio Adventista de Hortolância.
O evento ocorreu em 31 de agosto, na sede da instituição, no interior paulista. Bruno foi recebido pelo diretor do Colégio Adventista de Hortolândia, Renato Lacerda Fermiano, bem como pelas diretoras dos diversos níveis de Ensino. Em sua exposição, o Executive Coach da BM Coaching apresentou aos professores algumas técnicas e fundamentos que uma consultoria em Coaching pode propiciar – em qualquer nível, para qualquer profissão ou mesmo para a nossa vida pessoal.
O trabalho recebeu elogios, também, por parte do professor Alfredo Venturelli. Um dos mais entusiasmados e com grande participação durante toda a prática, Alfredo é licenciado em Pedagogia e História e Mestre em Teologia. Leciona para turmas desde o sexto ano até o Ensino Médio e aprovou a palestra. “Gostei muito da dinâmica com que a palestra evoluiu. Foi um trabalho importante e que deixa muitas reflexões e aplicações para a parte pedagógica”, comentou.
O diretor do Colégio, Renato Lacerda Fermiano, explicou que a palestra de Bruno Muronaga foi uma das atividades realizadas pelo Colégio como parte integrante da recepção preparada pela direção para os professores, para marcar o segundo semestre letivo.
Bruno desfilou temas que englobam desde questões profissionais até as pessoais. “O trabalho de Coaching permite apresentar técnicas e explorar temas como motivação e liderança. Estou satisfeito, pois entendo que os professores do Colégio Adventista de Hortolândia poderão, no seu dia a dia, implantar diversas ações e ampliar tanto a própria produtividade quanto a dos alunos”, afirmou Bruno.